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  Esotericamente falando, as pedras e os cristais são usados na meditação para desenvolver a intuição e a aprendizagem através dos sentidos mais elevados. Podemos colocá-los embaixo de nossos travesseiros durante o sono, para a inspiração de sonhos proféticos.

           Na prática da cura, os cristais são utilizados para a estabilização das emoções erráticas, para acalmar as mentes perturbadas e para ajudar a sanar desequilíbrios corporais. Para as grávidas, é aconselhado segurá-lo durante o processo do parto para se conseguir força adicional. Podemos ainda, utilizá-los em rituais ou colocá-los ao redor de plantas, animais ou crianças que necessitam de equilíbrio ou cura.

           Segundo a Ciência, os cristais não são remédios nem máquinas; não são inteligentes e não produzem energias por si mesmo. Segundo alguns autores, não existem evidências concretas, científicas, médicas ou psicológicas, de que os cristais aumentem a percepção consciente, as faculdades intuitivas ou os poderes psíquicos. Porém, existem dezenas de experiências pessoais Que atestam essa capacidade.

           Não queremos criar nenhuma discussão a respeito das proposições dos místicos. A favor destes, existe o seguinte argumento: a ciência não é a dona da verdade absoluta nem dispõe de todo o instrumental que seria necessário para a análise profunda dos fenômenos que escapam a seus métodos racionais.

           Deixamos a critério de cada pessoa acreditar ou não nas propriedades esotéricas dos cristais, pedras semi-preciosas ou preciosas.

           Desde há muito tempo os cristais são utilizados de diversos modos e para variados fins. Atualmente estão redescobrindo, novamente, os poderes ilimitados dos cristais.

Classificação dos cristais

 

ABALONE

É associada à cura, à serenidade, à calma, à nobreza e à honestidade. Benéfica na formação e na proteção do tecido muscular, inclusive o músculo cardíaco. Ajuda a digestão e a assimilação de proteínas e caroteno. É benéfica para o timo.

 

ACROITA

Variedade de turmalina incolor.

 

ACTÍNIO

Metal raro. Símbolo = Ac; Peso Atômico = 227; Ponto de Fusão = 1.800oC. Foi descoberto em 1.899 por André Debiérne, e independentemente por F. Giesel em 1.902. É radioativo, decompondo-se em outros elementos de menor peso atômico, a certos intervalos de tempo. É mais um homólogo básico do lantânio.

 

ACTINOLITA

É um anfibólio verde. Dureza = 5 à 5,5; Densidade = 2,8 à 3,3. Insomorfa com a tremolita, contendo, porém, até 12 ou 13% de óxido ferroso, 22% de magnésio e 14% de cal. O seu nome deriva de duas palavras gregas que significam "raio" e "pedra", devido à sua estrutura radiada.

Principais Variedades: Crocidolita, em fibras flexíveis, de uma bela cor azul índigo. Glaucofone, também fibrosa ou lamelar, de cor azul e fortemente policroica. É um silicato de ferro e magnésio, combinado com silicato de sódio e alumínio.

Usos: A variedade fibrosa é usada, para substituição do asbesto. No Brasil tem sido encontrada no estado de Minas Gerais.

 

ADULÁRIA

A adulária é uma variedade de ortoclasita, feldspato-potássico-aluminoso de fórmula KAISi3 O8. É uma ortoclasita límpida, em cristais hialinos ou parcialmente impregnados de clorita, de brilho vítreo muito pronunciado. Dureza = 6; Peso Específico= 2,55; Índice de Refração = 1,53; Cristalização = monoclínica. A massa, na maior parte das vezes, translúcida e, freqüentemente, com leve nuança pardacenta; de outras vezes, mostra-se turva, leitosa. As adulárias com matizes suaves têm a denominação de Pedra-de-Lua. A maior parte das adulárias destinadas ao comérico mundial, provinha, outrora, das formações do sudoeste do Sri Lanka. Hoje têm sido, entretanto, comercializadas boas adulárias procedentes de várias partes das Índias. No Brazil não tem sido encontradas em condições de serem aproveitadas como pedras preciosas.

 

AFRISITA ou SCHORL

Variedade de turmalina, variedade ferrífera (sem lítio).

Ver também : Turmalina.

 

AGALMATOLITO

É a denominação dada a uma rocha metamórfica de cor esverdeada, granulação fina, constituída principalmente de pirofilita. Popurlamente é chamada de pedra-sabão ou pagodito, e apresenta alto teor de AL2O3. O algamatolito e o esteattito, quando se apresentam maciços, são usados em tampos de mesa de laboratório, em quadros de comando elétrico e aparelhos sanitários, isoladores elétricos e na fabricação de artigos decorativos. No entanto, a maior parte desses materiais é moída e empregada na indústria de cerâmica, em azulejos, pisos e refratários elétricos, fabricação de tintas , como carga ou pigmento, na indústria de borracha, como agente de pulverização para lubrificar os moldes, e na indústria de papéis, para aumentar a retenção e opacidade. Na indústria têxtil, o talco é usado para alvejar tecidos, e dar-lhes peso, e nos comésticos como suporte para pigmentos, proporcionando limpeza e desodorização, sendo neste o constituinte mais importante. Quando a percentagem de magnesita é elevada, o talco é empregado em revestimentos de forno siderúrgicos. Em Minas Gerais encontram-se as principais ocorrências brasileiras, o agalmatolito está associado à cianita-xistos metamórficos - os quais, por alteração resultante da ação pneumatolítica de eruptivas, deram origens às principais jazidas localizadas em Pará de Minas, Onça de Pitangui, e Mateus Leme.

Ver Também: Pedra-sabão e Pirofilita.

 

ÀGATA

Desenvolve a coragem e a força, ajudando a descobrir a verdade e a aceitar o destino. Fortalece o corpo e a mente. É uma pedra energética e poderosa. Auxilia no sistema circulatório e no pâncreas.Variedade da calcedônia formada de zonas concêntricas de coloração variada. Pode-se dizer que àgata é uma calcedânia multicolorida, de brilho ceroso ou litóide. Reforça os efeitos das outras pedras da família do quartzo (principalmente cristal claro). Tonifica e fortalece corpo e mente. Difunde senso de força e coragem. Ajuda a discernir as verdades e aceitar circunstâncias. Trabalha com chakras e  atitudes de acordo com a coloração da pedra. Suas Principais Variedades são: Àgata zonada ou em fortificação, àgata dendrítica ou arborescente, ônix, semodiz e àgata musgosa. A àgata depois de cortada, é muito usada para fabricação de jóias e objetos de ornamentação. As àgatas são encontradas em certas zonas basálticas nos leitos dos rios e nos solos derivados daquelas rochas.

Características como Gemas: A àgata é uma variedade da calcedônia, óxido de silício, SiO2, com tendência para o Jaspe. Dureza = 7; Peso Específico = 2,65. Quartzo de acabamento fibroso, cristalino, grão fino. O que mais se destaca na àgata é a disposição de camadas em faixas que ocorrem, em regra, de parelha com a superfície dos geodos arredondados e ovais. Uma formação especial é a chamada SARDÊNIA ou SARDÊNICA (Sarda) que, além das faixas geralmente curvas da àgata, tem camadas planas que são explicadas por sedimentação diferenciada. Outra paresentação da calcedônia em camadas planas de cores claras e escuras, na maioria das vezes branca e negra, bastante aderentes, era conhecida pelos cinzeladores da antigüidade pelo nome de Sardônix e muito usada na confecção de camafeus. As àgatas sem essas faixas são conhecidas pelos lapidários sob o nome de massita. As àgatas podem ser coloridas artificialmente. Elas existem espalhadas por toda parte onde ocorrem rochas amigdalóides. No Brasil, pode-se considerar o estado do Rio Grande do Sul como o maior depositário de àgatas provenientes da decomposição das rochas (encaixantes), augito-porfiritos, basaltos e outras. As regiões de maiores ocorrências são: Livramento, Passo Fundo, Quaraim, Santa Maria, S. Borja, S. Gabriel, Soledade e Uruguaiana. Entretanto, existem ocorrências em quase todos os estados do Brasil, principalmente em Goiás, Mato Grosso, Bahia e Minas Gerais.

Gêneses das Àgatas: Para explicar a gênese da àgata existem várias teorias tais como as de Vo Freyberg, B.Nacken, Heinz e Link, Noggereth, Wild e outros. Freyberg, estudou a geologia de diversos Estados do Brasil, supõe que por ocasião em que se deu o derrame das lavas basálticas, no meio das quais posteriormente se formaram as àgatas, as lavas recobriram sedimentos argilosos úmidos, lagos, brejos e outros mananciais de água e, provocaram a formação de massas e gases que subiram verticalmente através da lava fluída formando bolsas ou vesículas gasosas esparsas no seu interior. Essas camadas ocas receberam, posteriormente, infiltrações de soluções silicosas, oriundas de decomposição dos feldspatos da própria lava, que coagulam em torno das paredes das cavidades indo obturar paulatinamente os espaços vazios. As estruturas em faixas listadas são devidas à deposição intermitete de camadas sucessivas de sílica da solução altamente silicosa. A vidência dos fatos pesa a favor da hipótese de que a solução mãe penetra na cavidade por osmose; a solução que se encontra no interior da cavidade, após se dar a precipitação de sílica, torna-se menos densa e é substituída por solução externa mais densa, que passa através das camadas já existentes de àgata. Daí, pois, a disposição rítmica das listas ou faixas das àgatas. As camadas sucessivas podem diferir muito em peso específico, dureza, cor e transparência, além da espessura e textura. Essas camadas se depositaram seguindo irregularidades do contorno das paredes da cavidade, formando, por isso os mais variados, bizarros e maravilhosos desenhos. Na maoria das vezes, os blocos de àgata não são totalmente maciços, têm a parte central interior oca e circundada por cristais desenvolvidos e coloridos. tal é o caso dos geodos de ametista.

Histórico: A àgata foi um dos primeiros materiais gemológicos conhecidos pelo homem. Parece terem sido os Sumérios, os mais antigos habitantes da Mesopotânia, os primeiros povos a usar a àgata e outros tipos de calcedânia para matriz de estampagem de solos, artigos de joalheria e outros objetos. Segundo Max Bauer, foram encontrados objetos de àgata, datando de cerca de 5.000 anos A.C. Também entre a civilização Egípcia o uso da àgata foi bastante difundido, sendo o material oriundo da região ao norte de Assuan. A àgata foi largamente empregada nos tempos de Renascimento, especialmente na Itália e França. Na atualidade, as jazidas mais importantes da Terra encontram-se no sul do Brasil e no norte do Uruguai. São extraídas conjuntamente com a ametista, calcedônia, citrino e cornalina. As cores das àgatas são predominantemente cinzentas e as bandas quase não reconhecidas; têm se de tingi-las para que adquiram sua cor encantadora. As àgatas são muito apreciadas como pedras banhadas para a glíptica.

Produção e Consumo: O Brasil é um dos maiores produtores de àgatas do mundo e grande responsável pelo abastecimento dessa matéria-prima nos maiores centros de lapidação.

 

ÁGATA AZUL

É uma pedra de proteção, harmonia e otimismo. No ambiente familiar acalma e reduz brigas.

 

ÁGATA BRANCO LEITOSA

Esta pedra transmite uma energia de paz e renovação das forças vitais. Faz com que as pessoas se tornem mais receptivas à luz de Deus e aceitem com tranquilidade suas missões. A ágata branca ajuda as pessoas a superarem as fases difíceis de transição de uma idade para outra. Traz a mensagem da paz da era de Aquário que se inicia e a mensagem de que todos nós devemos nos tornar instrumentos da Sabedoria Universal. Sétimo chacra - Sahashara

 

ÁGATA MARROM ALARANJADA

Reforça os efeitos de outras pedras Fortalece o corpo e a mente. Dá coragem e força. Esta é a pedra da flexibilidade. Possui diversas cores, tons, desenhos e um jogo de luzes e sombras. É ideal para aqueles que desejam mudar de vida radicalmente. Sua luz alaranjada beneficia e ativa o segundo chacra.

 

ÀGATA-MUSGOSA

Ágata musgosa - Pedra maravilhosa para quem trabalha com agricultura ou botânica. Talismã do jardineiro. Benéfica para o sistema circulatório e purificador, ajudando a aliviar a depressão e equilibrando a luta entre os hemisférios direito e esquerdo do cérebro. Usada também para evitar congestionamento na área do pescoço. Útil em pessoas com propensão à hipoglicemia.
Características como Gemas: A àgata musgosa é uma variedade criptocristalina da sílica. As àgatas, são enchimentos de calcedônia nas amígdalas das rochas amigdalóides, pórfiros e metáfiros. De modo geral, a denominação da àgata abrange as calcedônias que apresentam veios, debuxos, etc...e conforme os desenhos apresentados recebem várias denominações, tais como àgata-musgosa, àgata-em-fortificação, àgata-em-ruínas, àgata-escamosa, àgata-arborizada, àgata-de-olho e outras. Dentre as denominações, a mais generalizada é a empregada comercialmente para todas as apresentações da espécie. A àgata musgosa encontrada no comércio provém principalmente das Índias. Algumas espécimes procedem, porém, das jazidas antigas de Idar, na Alemanha. São raras as espécimes procedentes do Brasil.

 

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